sábado, 30 de abril de 2011

Memória RAM e lixo mental

Outro dia tive um pesadelo muito forte. Havia figuras que me causam sensação de pavor e conhecidos que há muito não vejo.
Mas o que me deixou inquieta não foi o pesadelo em si, mas o fato de eu estar super bem antes de dormir.
Quando estamos preocupados, incomodados, com sentimento de culpa, medo ou estresse, é normal que a noite de sono seja prejudicada. Afinal, “quem dorme desequilíbrio, entrega-se a pesadelos” (André Luiz, em Os mensageiros).
Mas o fato é que eu estava ótima! E mesmo assim...
Aí me lembrei:
Nossa mente é uma ESPONJA de gigantesco potencial.
Ela capta e registra informações do meio externo de uma forma magistral e as armazena em alguma caixinha no nosso arquivo interior, sem que disso nos demos conta.
Aí, de modo aleatório, essa “gaveta” da memória de repente se abre e dali sai um conteúdo (desejável ou não).
Com certeza meu pesadelo adveio de lembranças e sentimentos ruins que arquivei.
Eu não lembrava mais, mas estava ali!
Depois que a mente registra uma informação, ninguém poderá garantir quando e se ela sairá de lá.
Não podemos abrir nossa mente e “varrer” dela determinado conteúdo.
Esquecer não é eliminar.
***
Daí pergunto: que tipos de informações temos enviado pra dentro da nossa mente?
Cenas de filmes de terror, de violência, programas sensacionalistas, palavras de baixo escalão, músicas com sons agressivos e letras depreciativas, notícias repetidas da tragédia da vez, idéias de pessimismo, humor discriminatório, comentários de desânimo, descrença e intolerância?
Que nada, né! 
Claro. Nem tudo pode ser evitado, mas muita coisa é evitável sim.
O PROBLEMA é que se eu encho minhas “gavetinhas” de conteúdo negativo, numa situação da vida real em que, por exemplo, eu precisar de coragem e autoconfiança, não acharei nada no meu interior que favoreça isso! Muito pelo contrário...
(Desculpem a comparação infantil, é que eu fui incapaz de pensar numa representação melhor)
Conclusão: devemos selecionar mais o material a que sujeitamos os nossos olhos, ouvidos e o coração...
Sabe... do que precisamos? O que queremos? Pra nós? Pra nossa vida?
Tanta coisa BOA e BONITA de se presenciar pelo mundo... tantas cores, sons, aromas, palavras, pessoas, sentimentos e.........
Enfim... se a gente PODE escolher, por que não?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

“As mães de Chico Xavier” em defesa da VIDA!!!!


Acabo de assistir ao filme “As mães de Chico Xavier” e, embora não seja cinematograficamente surpreendente, é magistral a bandeira que estende: 
               A VIDA É O BEM MAIS PRECIOSO QUE HÁ
Entrecruzando casos reais, ele narra a história de duas mães cujos filhos morreram e a de uma mocinha que engravidou sem o desejar. O pai, imaturo, se apavora com a idéia da paternidade e foge.
Em consulta médica, depois de contar que seu filho não tem pai, Lara pergunta se é comum não querer ser mãe, ao que obtém resposta negativa e o seguinte ensinamento: não querer ter o filho é ser tão egoísta quanto o pai que fugiu. E é mesmo!
A pessoa que cogita fazer um aborto está pensando apenas em seus interesses imediatistas, tentando ignorar que ali, no ventre, pulsa o coração de uma VIDA que não lhe pertence e que já tem o direito de viver!
Não ter dinheiro para sustentar a criança, não ter um pai que apóie, ter traçado outros planos etc. – tudo isso é contornável, tudo é superável. Quem acha que não, é porque ainda tem uma neblina obscurecendo a visão (que cedo ou tarde vai se dissipar...).
A VIDA tem que prevalecer!
A exceção dos casos em que a gravidez oferece risco de morte à mãe, nenhum abordo deve ser incentivado, tolerado, permitido!
Ser mãe é vivenciar uma experiência mágica de amor no mais alto grau possível aqui na Terra. As alegrias que aquele serzinho traz compensam toda e qualquer dificuldade.
É melhor que um filho seja planejado, mas se ele vier antes disso, receba-o, ame-o!
E para calar o triste discurso pró-legalização do aborto, a fala da Madre Teresa de Calcutá basta: Se permitirmos que uma mãe mate seu filho no próprio ventre, como dizer às pessoas que não matem umas às outras?
Eu tenho muita vontade de ser mãe, mas ainda não sei se terei essa benção. Esse privilégio não é para todas. Mas certamente, se for enviado um espírito aos meus cuidados, ele será muito bem recebido e muito amado – independentemente das circunstâncias.
É isso: vamos erguer as bandeiras Em Defesa da VIDA!
E assistamos ao filme – precisamos.