quarta-feira, 13 de abril de 2011

“As mães de Chico Xavier” em defesa da VIDA!!!!


Acabo de assistir ao filme “As mães de Chico Xavier” e, embora não seja cinematograficamente surpreendente, é magistral a bandeira que estende: 
               A VIDA É O BEM MAIS PRECIOSO QUE HÁ
Entrecruzando casos reais, ele narra a história de duas mães cujos filhos morreram e a de uma mocinha que engravidou sem o desejar. O pai, imaturo, se apavora com a idéia da paternidade e foge.
Em consulta médica, depois de contar que seu filho não tem pai, Lara pergunta se é comum não querer ser mãe, ao que obtém resposta negativa e o seguinte ensinamento: não querer ter o filho é ser tão egoísta quanto o pai que fugiu. E é mesmo!
A pessoa que cogita fazer um aborto está pensando apenas em seus interesses imediatistas, tentando ignorar que ali, no ventre, pulsa o coração de uma VIDA que não lhe pertence e que já tem o direito de viver!
Não ter dinheiro para sustentar a criança, não ter um pai que apóie, ter traçado outros planos etc. – tudo isso é contornável, tudo é superável. Quem acha que não, é porque ainda tem uma neblina obscurecendo a visão (que cedo ou tarde vai se dissipar...).
A VIDA tem que prevalecer!
A exceção dos casos em que a gravidez oferece risco de morte à mãe, nenhum abordo deve ser incentivado, tolerado, permitido!
Ser mãe é vivenciar uma experiência mágica de amor no mais alto grau possível aqui na Terra. As alegrias que aquele serzinho traz compensam toda e qualquer dificuldade.
É melhor que um filho seja planejado, mas se ele vier antes disso, receba-o, ame-o!
E para calar o triste discurso pró-legalização do aborto, a fala da Madre Teresa de Calcutá basta: Se permitirmos que uma mãe mate seu filho no próprio ventre, como dizer às pessoas que não matem umas às outras?
Eu tenho muita vontade de ser mãe, mas ainda não sei se terei essa benção. Esse privilégio não é para todas. Mas certamente, se for enviado um espírito aos meus cuidados, ele será muito bem recebido e muito amado – independentemente das circunstâncias.
É isso: vamos erguer as bandeiras Em Defesa da VIDA!
E assistamos ao filme – precisamos.

Um comentário:

  1. O filme é lindo mesmo (nem chorei tá Aline? Caham... =D). Adorei o foco do seu texto sobre o aborto, um dos temas abordados no filme e reforçado ao final com o comentário da Madre Tereza. Aproveitando o assunto, deixo indicado aqui aos leitores que revejam as questões 344 a 360 do Livro dos Espíritos (Parte Segunda, Cap. 7 - União da alma e do corpo. Aborto), em especial as questões 357 e 358. Lembrando que nosso livre-arbítrio é um direito que temos de direcionar nossas vidas, nossas ações e condutas. Referente somente a nós mesmos. Interferir em outra vida está além do livre-arbítrio e não compete a qualquer ser consciente esta decisão. O corpo da mãe é um instrumento que permite a concepção e o desenvolvimento de um corpo material que possibilitará a reencarnação de um espírito. O fato de ser 'portadora' deste instrumento não lhe dá o direito de intervir no seguimento desta vida que cresce em seu ventre.

    “Nossa esperança é que as gerações futuras conheçam o aborto como hoje conhecemos a guilhotina: um primitivo meio de execução, perdido na memória dos tempos.” (Revista Espírita, Allan Kardec, Ed. Nº 32). Bjs!

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